Receita Para o Regime do Pseudo Intelectual

Em diversas cores
Veja que beleza
Em vários sabores
A burrice está na mesa
(Tom Zé – Sabor de Burrice)
Ingredientes
100 gramas de Woody Allen ou Glauber Rocha em pó;
50 gramas de Gramsci picado ou Chico Buarque;
2 colheres de chá de Marx;
2 colheres de chá de Freud;
2 colheres de chá de Nietzsche;
1 xícara de citações de algum poeta erudito desconhecido pelas “massas acéfalas”;
Visual alternativo a gosto – de preferência o europeu.
Modo de Preparo
Misture tudo na forma do ridículo, coloque no forno do egocentrismo e espere até ficar uma chatice.
Rendimento: de três a cinco ignorantes.
ATENÇÃO: não recomendado ao bom senso e alérgicos a estupidez.
Gostou? Tweete, Curta e aperta o +1!
TweetarLeia também:
Categoria Cultura Pseudo Intelectual | Comentários (17)
17 Comentários para “Receita Para o Regime do Pseudo Intelectual”
Leave a Reply














repicar, cortar, tesourar, picar, rasgar, misturar. Todos os infinitos contam quando o tratar tem no fundo o pseudo: moralista, ético, cultural, esportivo, mulherengo, fantasmagórico, senhor de tudo e de todos: o pior é (des)conhecer como seu o que não alcança: pior do que uvas verdes. Só a ingnorância é capaz de tais diatribes.
ah, menino que beleza, vou ellenizar essa porra sem vaselina e com muita areia e vidro moído… à noite, que é quando o estômago demora mais a digerir…
beijos.
malvado e preciso, como sempre. como diria, aproximadamente, o chefe do coronel matrix em commando.
vende bem. mas pode causar doenças crônicas.
e indigestão.
Rapaz isso é a receita para a bomba atômica, esconde isso… Rs
Abraços!
@Pedro Du Bois
Segundo conterrâneos nossos – do jardim lírico da poesia – até o poeta é um pseudo: O poeta é um fingidor. / Finge tão completamente. / Que chega a fingir que é dor.
@nina rizzi
Fica a vontade, querida – perco interjeições aqui a cada comentário teu. Sou deveras fã das suas peripécias poéticas.
@Ta
Indigestão principalmente pro bom senso.
@Inã
Até jogaria pra debaixo do tapete. Mas é um tipo de gastronomia meio falha na (pós)modernidade.
Aquele abraço a todos que comentaram até então.
comi com petiscos de pasolini (sem camisinha)
retribuindo a visita, meu caro.
eu mudaria o título, algo com “auto”, não sei…
O engraçado é que saindo da faculdade a figura do pseudo-intelectual torna-se cada vez mais rara e é substituída pelo moderninho descolado
Obrigado pela visita ao meu blog, espero que tenhas gostado.
Os meus parabéns pelo teu blog, está fantástico, vou ser frequentador assíduo.
Em relação ao tema deste post, esse mal do pseudo intelectual é um mal que também atinge e muito este cantinho da Europa, mas enfim… Fazemos de conta que nem os vemos eheheh
Abraço
Pipas
@augusto
Boa digestão!
@danilo
É sempre para terceiros. O cozinheiro não come e os convidados fingem que comem.
@Frico
Concordo. Os “alternativos”. Mas o folclore pseudo não morre cedo. Abraço.
@Pipas
Europa? Otto Lara tem uma anedota que diz que a Europa é “uma burrice aparelhada de museus”. Abraço e retorne!
Esse banquete! E nós, ruminantes… A digestão é uma imposição aos estômagos míopes.
Forte abraço!
Nossa, fantásticos vc e o blog!
Adorei mesmo!
Parabéns.
@Wilson Nanini
Valeu rapaz, abraço!
@Perla
Aprecio seu juízo de gosto.
Beijos.
Hahaha… Eis a receita que muitos acreditam.
Fico me perguntando: “Whatafuckingoingon com nosso mundo?”
Essa coisa “pós-pós-pós” é nisso que dá!
[...] Notas Sobre o Amor Pós-moderno [notas] Receita Para o Regime do Pseudo Intelectual [...]